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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Brasileiro simula uma braço mecânico


Um braço que detecta movimentos do corpo humano e replica em seu próprio corpo mecânico. Parece coisa de filme, como no longa-metragem "Gigantes de Aço", estrelado por Hugh Jackman, mas é um projeto de verdade desenvolvido por um aluno da Engenharia Mecatrônica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC).

A iniciativa partiu do estudante brasileiro Vinícius Bazan Pinto Fernandes, que tem 22 anos e está no fim do curso da Universidade de São Paulo (USP). O projeto tem um nome curioso: Wearable Interface for Teleoperation of Robot Arms, ou WITRA. Como a sigla explica, trata-se de uma tecnologia vestível que permite a "teleoperação" de um braço robótico sem a necessidade de um controle-remoto, por exemplo.

O funcionamento é fácil de ser entendido. Sensores posicionados no braço do operador reconhecem movimentos do braço e até do pulso. De forma quase imediata, o braço robótico conectado ao sistema responde o movimento segundo a própria estrutura — ele pode até se abaixar para pegar um objeto, por exemplo.

Muito passado e futuro

Vinicius teve a ideia depois de um projeto de iniciação cientíica e de um intercâmbio pelo programa Ciências sem Fronteiras. Depois de oito meses no laboratório da New York University, ele discutiu a viabilidade do equipamento com um professor, o orientador Glauco Caurin, e começou a colocar a mão na massa. O WITRA também é seu projeto de conclusão de curso.

Com o apoio do professor, o aluno inscreveu o WITRA no concurso Toradex Design Challenge de inovações e ficou em segundo lugar, já com uma versão "2.0" da tecnologia — o vídeo que abre a matéria é a apresentação em inglês de Vinicius sobre a tecnologia para o concurso. Ele recebeu US$ 10 mil de prêmio e deve desenvolver esta ou outras tecnologias com o valor.

Falha mail pode revelar senha!

A situação do sistema operacional mobile da Apple anda meio complicada nos últimos tempos. Conhecido por ser bastante estável, o software tem sofrendo com vários burguês , fazendo com que muitos consumidores comecem a contar os segundos até o lançamento do iOS 9. Enquanto a plataforma atualizada não chega, a versão 8.3 parece ter sido afetada por mais uma falha que deve atazanar os proprietários de iPhone. Desta vez, o caso é mais sério se simples travamento , envolvendo o app Mail e roubo de dados.

Ainda que muitas vezes o vazamento de informações pessoais de usuários seja atribuído a ataques de astutos hackers, a verdade é que boa parte das ações desse tipo só tem sucesso por conta da ingenuidade do público – um fator chamado comumente de engenharia social. Unindo esse aspecto a uma brecha no sistema que permite que códigos HTML maliciosos em mensagens sejam executados livremente, o novo exploit pode fazer com que uma janela de autenticação falsa – bem semelhante à padrão – pipoque na tela do aparelho.

Basta que a pessoa esteja distraída na hora que o pop-up surgir para que dados do nome do usuário e senha inseridos nos campos em aberto sigam diretamente para as mãos do autor do truque. Embora o grande alvo da investida muito provavelmente seja sua conta do iCloud, basta um conhecimento básico de programação para que o autor da “brincadeira” altere o visual da janela para coletar dados de outras contas, como perfis no Facebook ou Twitter. Não é preciso muita imaginação para pensar no potencial destrutivo desse tipo de ação.

Pode esperar sentado...

Não há nenhuma perspectiva para que isso seja corrigido tão cedo, uma vez que o desenvolvedor Jan Soucek alertou a Apple sobre a falha em janeiro deste ano – quando ainda estávamos no iOS 8.1.2 – e nada foi feito até o momento. Para se prevenir desse erro, você pode prestar atenção em pequenos detalhes da tela falsa, como o fato de ela poder ser dispensada ao pressionar o botão Home e também de manter o teclado preditivo ativo durante a digitação – o padrão é que ele fique desligado na hora de inserir login e senha. 

Como o exploit está atrelado a um bug específico do Mail, uma alternativa igualmente válida é utilizar outro aplicativo para conferir suas mensagens na web, se livrando de um dor de cabeça com janelas de autenticação mal-intencionadas. Para quem não liga de testar um sistema operacional em desenvolvimento, outra opção é esperar um pouco para colocar as mãos no iOS 9.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Resumo total de tudo que aconteceu na WWDC 2015

Bom essa WWDC para mim não teve nada enovador, mas complemento muito significativo para todo eco sistema da Apple, foi bem mais para desenvolvedores do que para público direto.

Sim mais gostei do que aconteceu , mais queria ter visto o lançamento do Apple TV, mas não aconteceu.

Siga abaixo o resumo do evento!

Na última segunda-feira (8 de junho), a Apple realizou a sua conferência anual de desenvolvimento: a WWDC. Neste ano, a empresa não trouxe nenhum novo aparelho para o evento, mas apresentou novidades bem interessantes no segmento de softwares, sendo que os sistemas operacionais foram os grandes destaques.

A empresa de Cupertino trouxe uma série de novos recursos para o iOS e para o OS X, além de apresentar novidades para o Watch OS utilizados nos relógios inteligentes. Por fim, a companhia também trouxe um novo serviço de streaming de músicas. Quer saber mais sobre tudo isso? Então confira o nosso resumo agora mesmo!

OS X El Capitan

A primeira grande parte que aconteceu foi lançamento do OSX EL CAPITAN , que é utilizado em computadores Macbook e iMacs. Uma das grandes modificações está no Spotlight, que agora está muito mais semântico e pode interagir com os consumidores de uma maneira mais completa — ficando mais próximo do que a Siri oferece para os donos de aparelhos com o iOS.

Diversos aplicativos do OS X foram atualizados também. Isso incluir os já esperados Mail e Safari, que agora contam com comandos de gestos e novos métodos de pinagem de favoritos, respectivamente. Os aplicativos de fotos e mapas do OS X El Capitan também foram reformulados e ganharam algumas otimizações bem interessantes para uma execução mais fluida.

Por fim, o sistema operacional também recebeu mudanças bem interessantes no gerenciamento de janelas, que agora podem ser organizadas em diversas áreas de trabalho e também podem ser usadas em modo splitview — tela dividida para softwares executados em tela cheia. A Apple também revelou a chegada do Metal para fazer com que o desempenho dos aplicativos instalados no OS X fique mais veloz e eficiente.

iOS 9

Quem não poderia ficar Sem foi IOS 9. O sistema operacional presente em iPhones e iPads acaba de ganhar uma grande quantidade de novos recursos. A Siri foi reformulada e passa a ter um design mais agradável, tendo ainda um número maior de funcionalidades integradas —podendo fazer buscas internas nos aplicativos, inclusive.

Outra novidade do iOS está no Apple Pay, que agora pode guardar dados de cartões de crédito em conjunto com cartões de fidelidade de empresas, por exemplo. O Passbook está mudando de nome para Apple Wallet, sendo que isso vai deixar de ser uma exclusividade dos Estados Unidos, pois está partindo para o Reino Unido.

Vários aplicativos nativos foram atualizados e agora ganharam novos recursos, o que inclui o Maps (agora com demonstração de linhas de transporte público) e o Notes (maior quantidade de ferramentas). Mas um dos grandes destaques do novo iOS 9 está nas novas possibilidades que foram trazidas para os donos de iPads.

Especial para o iPad

Uma das primeiras revelações estava no sistema “Trackpad”, que é a interpretação dos comandos com dois dedos como se fossem um controlador de notebooks — com funções de gestos, por exemplo. Mas o principal está mesmo no novo modo com que aplicativos multitarefas são executados.

Agora, os donos de iPads poderão utilizar dois aplicativos ao mesmo tempo e com a tela dividida sem congelamento do segundo plano. Também vale citar o novo PiP (Picture-in-Picture), que permite que vídeos de apps de streaming sejam executados em miniatura, ao mesmo tempo em que outros apps são executados em tela cheia.

WatchOS 2

Quem também fez sua aparição durante a WWDC 2015 foi o Watch OS, que chega à versão 2 e traz uma série de novidades. Ele vai trazer novas faces para o relógio principal, que agora pode ser enfeitado com fotografias, álbuns e até mesmo vídeos em time-lapse. Também foram anunciados kits para a criação de aplicativos que funcionam como temas — que chegaram com o nome controverso de “Complication”.

Novidades para a Digital Crown trazem o recurso “Time Travel”, que permite a navegação pelo calendário ou pelas notificações. Destaque para o modo noturno (que transforma o relógio em um sistema mais estático) e para o fato de que ele agora funciona por conectividade WiFi.

Apple Music

Para encerrar o evento, a Apple apresentou o novo serviço de streaming de músicas, o Apple Music . Trata-se de uma plataforma global, que mescla funções já conhecidas de sistemas similares (como o Deezer ou o Spotify) com rádios online — que serão executadas sob o selo Beats One. Além disso, ainda traz um sistema que conecta artistas a fãs, permitindo que todos acompanhem textos, vídeos e fotos dos seus ídolos.

Um dos grandes diferenciais do Apple Music está no acervo disponível. Segundo a empresa de Cupertino, são “dezenas de milhões” de arquivos disponíveis — lembrando que praticamente todo o catálogo da iTunes está disponível. A assinatura individual custará US$ 9,99 por mês, enquanto o plano familiar (que cobre até seis logins distintos) custará US$ 14,99.

Uma grande surpresa para todos os fãs de música está na abrangência do serviço. Ao contrário do que se esperava, ele não será uma exclusividade para os donos de iPads e iPhones. O serviço será lançado também para computadores (OS X e Windows) e dispositivos Android.