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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Hacker que atacou Sony e FBI agora quer emprego legal

Londres - Ryan Ackroyd mexia, nervoso, no microfone preso em sua camisa enquanto cerca de 200 colegas estudantes lotavam um auditório da Universidade Sheffield Hallam.

“Essa é a primeira palestra que eu faço”, disse ele, após ser apresentado como ex-hacker e, atualmente, estudante. “Eu fiz algumas coisas muito, muito ruins”.

Ackroyd, 27, e outros três membros do grupo de hackers Luiz foram presos em 2013. Os membros do grupo, que nunca se reuniram para derrubar sites da Sony e também da Cia e da polícia do Arizona.

Eles tiveram como alvo também a Força Aérea dos EUA e o Serviço Nacional de Saúde da Grã-Bretanha.

“As empresas sofreram sérios danos financeiros e à sua reputação”, disse Andrew Hadik, um promotor britânico, depois que os quatro foram condenados, em maio de 2013.

Ackroyd, que havia se declarado culpado pelas acusações, foi condenado a 30 meses de prisão e cumpriu nove meses.

Liberado no início de fevereiro, ele está estudando para um mestrado em segurança de sistemas de informação na Sheffield Hallam, ao norte e a cerca de três horas de trem de Londres.

No discurso para os estudantes, em 25 de novembro, ele disse que se arrependia do que fez e que esperava dar um uso melhor às suas habilidades.

Os mesmos talentos que colocaram Ackroyd na prisão um dia poderiam garantir a ele um salário anual de seis dígitos?

As empresas “reconhecem que há uma tempestade perfeita de segurança cibernética ocorrendo e que não há profissionais suficientes para atender as suas necessidades”, disse Del Heppenstall, diretor da KPMG LLP, que trabalha em segurança da informação.

“Isso deixou uma lacuna no mercado”.

Autodidata

Ackroyd, que largou a escola aos 16, aprendeu sozinho a ler códigos de computadores.

Ele começou a hackear aos 11 ou 12 anos, primeiro porque queria trapacear em jogos de computador, alterando o código para conseguir vidas infinitas ou invencibilidade. Isso mostrou ser viciante.

“Entrar em um servidor era algo que eu via apenas como um desafio”, disse ele, na palestra na Sheffield, que ele chamou LulzSec, 50 Days of Lulz. “Se eu não conseguia entrar, isso apenas me fazia querer ainda mais”.

A LulzSec era uma ramificação do grupo Anonymous, formado pelos ativistas on-line que atacaram os sites da PayPal e da MasterCard quando essas empresas interromperam os pagamentos para o WikiLeaks depois que a organização publicou informação militar dos EUA.

O nome deriva da frase “rindo da segurança”, disse Ackroyd, porque eles descobriram que a segurança on-line era tão ruim que merecia seu desprezo.

Um punhado de membros da LulzSec acessou milhões de nomes de usuários e endereços de e-mail do servidor da Sony e interceptou as comunicações do FBI a partir do sistema de computador de um prestador de serviço privado, disse Ackroyd.

Custos crescentes

O dano causado pelos hackers ajuda a explicar por que há tanto demanda por especialistas em segurança cibernética.

Em média, os principais incidentes custam às empresas 1 milhão de libras (US$ 1,57 milhão), o dobro de um ano atrás, disse Giles Smith, funcionário do Departamento de Negócios, Inovação e Habilidades do Reino Unido, em uma conferência em Londres, na semana passada.

Ackroyd recebeu formação em tecnologia da informação enquanto esteve na prisão e espera fazer carreira no ramo de ética hacker, embora reconheça que pode ser difícil para os empregadores confiar nele.

Stephanie Crates, consultora na agência de recrutamento Harvey Nash, em Londres, disse que os profissionais que testam a penetração em sistemas sênior -- os chamados hackers “chapéu branco”, que testam sistemas de segurança tentando invadi-los -- podem ganhar até 90.000 libras ao ano, ou 900 libras por dia como prestadores de serviço.

“É altamente provável que as empresas já estejam contratando hackers e ex-hackers, sabendo ou não dessas suas habilidades, caso eles nunca tenham sido pegos”, disse Crates.

A KPMG publicou uma pesquisa no início deste mês intitulada: “Hire a Hacker to Solve Cyber Skills Crisis, Say U.K. Companies” (“Contrate um hacker para resolver a crise de habilidades cibernéticas, dizem empresas do Reino Unido”, em tradução livre).

Mais da metade das empresas que participaram da pesquisa da KPMG disse que estudaria empregar um especialista em TI com ficha criminal.

“Agora que estou fora da prisão, me sinto um pouco mais otimista”, disse ele. “Eu queria estudar, espero que isso me leve a algum lugar bom”.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Google pode a passar a desenvolver app para Windows Phone!!

Embora o Windows phone seja uma plataforma com seguidores fieis, um aspecto muito importante faz com que ele não seja exatamente conhecido pelo grande público: a falta de aplicativos feitos pelo Google. Embora a loja da Microsoft  oferece algumas alternativas nesse sentido, a ausência de softwares oficiais prejudica bastante a plataforma.

No entanto, uma vaga de emprego relacionada ao desenvolvimento do aplicativo do YouTube  indica que essa história pode mudar em breve. Segundo a descrição publicada pela Google , uma versão Windows Phone do aplicativo deve ser lançada em breve — atualmente, a opção disponível é feita pela própria Microsoft, o que gerou algumas disputas entre as duas empresas no passado.

Aparentemente, a Gigante das Buscas também está em busca de pessoas que consigam trabalhar em conteúdos voltados à plataforma da Microsoft. Resta esperar para descobrir se a iniciativa realmente vai resultar em apps oficiais para o Windows Phone ou se, mesmo assim, a Google vai continuar sua tradição de ignorar o sistema operacional.

Luva que controla seu celular! Fantástico!!


Sabe quando você está fazendo sua corrida e quer mudar a faixa da trilha sonora que está rolando no celular? Dá uma preguiça parar e ter que tirar o aparelho do bolso, não é mesmo? Bom, agora, um inventor chamado Ben Harris criou uma luva que pode resolver esse problema.

Com  a GoGlove, tudo que você precisa fazer é encostar o polegar nos outros dedos. Cada um deles aciona um comando diferente, que podem ser atribuídos através de um app a ser lançado junto com o gadget. A luva possui um ímã no polegar e um sensor nos outros dedos: quando as pontas chegam perto, o circuito é ativado.

O coração da  GoGlove é um controle remoto Bluetooth de baixo consumo de energia (a bateria dura seis meses, segundo o Kickstarter do projeto). Ele pode ser usado separadamente, apertando os botões para dar os comandos. Mas é claro que tudo fica mais prático com a luva. Você pode programar de forma que, fazendo uma bolinha com o polegar e o indicador, seja uma ordem para trocar de faixa, por exemplo.

Além de controlar aplicativos de música, ele também pode ser usado para tirar fotos – dá para fazer aquele "selfie" com mais tranquilidade – ou funcionar como um controle para as câmeras de ação GoPro. Harris diz que as GoGloves são fininhas, de forma que é possível usar outra luva por cima, em dias muito frios. Se você se interessou pelo projeto, pode comprar o controle remoto por US$ 50, e a luva completa por US$ 80, fora o frete. A previsão de entrega é em junho de 2015.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Companhia ao combate contra Aids! Muito bacana

E o espirito natalino contagiou a Apple. É que a empresa fundada por Steve Jobs anunciou nesta segunda-feira (24) que está trabalhando junto de desenvolvedores de aplicativos com o objetivo de levantar dinheiro para a organização Global Fund. O órgão foi fundado por Bono Vox, vocalista da banda U2, e é dedicado à luta contra a AIDS.

Além da empresa responsável pela criação de André Bird, a atriz, produtora e cantora estadunidense Kim Kardashian também participa da campanha. “Por oito anos nossos consumidores têm nos ajudado a combater a AIDS na África, financiando tratamentos que salvam vidas”, disse Tim Cook, CEO da Apple.

“Neste ano, vamos lançar nosso maior esforço no sentido de captação de recursos com a participação de lojas online e do varejo – algumas mentes brilhantes da App Store também estão emprestando seus talentos para esta causa”, comentou o executivo. A campanha da Apple consiste no lançamento de 25 aplicativos para o programa “Apps for (RED)”.

Jogos como Angry Birds, FIFA 15, djay, Farmville e outros fazem parte da seleção especial de títulos dedicados ao apoio à organização criada por Bono Vox. “Desta segunda-feira (24) até o dia 07 de dezembro, toda a receita angariada a partir da compra de um produto RED será destinada ao Global Fund de combate à AIDS”, informa também a Apple.

Em 28 de novembro, clientes estadunidenses da Maçã receberão um cartão que irá oferecer descontos especiais junto à App Store – para cada cartão distribuído, uma determinada quantidade do valor arrecadado será doado ao fundo global de combate à doença. Em 1º de dezembro, uma taxa de todos os produtos vendidos no varejo e em lojas online será também destinada ao órgão Global Fund.

Diversos jogos e aplicativos fazem parte da lista de produtos pertencentes à campanha (Bubble Witch 2, CSR Racing, Clash of Clans, Cut the Rope 2, Despicable Me e Day 2 são outros dos softwares abarcados pelo programa especial de fim de ano (mais detalhes sobre a iniciativa, bem como a lista com os 25 apps pertencentes à campanha Apps for (RED), podem ser conferidos por meio desta página, em inglês). 

Bandeira Mac pirata!

Steve Jobs disse uma vez que era “melhor ser pirata do que ser da marinha”, uma frase que inspirou a equipe que desenvolveu o Macintosh original a manter uma bandeira pirata dentro do escritório localizado no campus da Apple.

Pois bem: essa bandeira foi idealizada por Steve Capps, um dos programadores do Mac, em 1983, que levou um pedaço de pano preto e pediu a designer gráfica Susan Kare para pintar uma caveira com ossos cruzados por trás dela.

Oportunidade

A bandeira desapareceu, mas isso não é mais um problema. Agora, você poderá comprar uma réplica pintada a mão pela própria Susan, em dois tamanhos diferentes, um de 91 x 152 cm por US$ 1.900 e outro de 121 x 182 cm por US$ 2.500.

O preço é bem salgado, mas vale lembrar que as bandeiras são pintadas pela autora original, que é também a lendária designer responsável pelos ícones e fontes originais do Macintosh. 

Feito com Kinect! Muito legal!!


Daria um belo videoclipe. Um grupo alemão usou o Kinect 2 para produzir um vídeo de efeitos especiais, chamado "Momentum", no qual os objetos capturados são fracionados em pequenos cubos ou feixes de luz. É como se a pessoa se sentisse  o Homem-Areia do filme do Homem-Aranha, só que com pedaços maiores e mais definidos.

Além da câmera do Xbox One, foram usadas  para realizar o filme as ferramentas vvvv, Max, Ableton Live e TimelinerSA NextGeneration. Na primeira parte do vídeo, a pessoa filmada é formada por um monte de cubinhos, e a movimentação vai deixando rastros do objeto, em uma animação quase hipnótica.

Já na segunda parte, a 1m15 do vídeo, o efeito muda. Em vez de cubos, a imagem passa a ser formada por pontos luminosos , como se a pessoa estivesse pegando fogo, para depois mudar para feixes de luz. Os elementos fazem movimentos fluidos e mudando de cor a toda hora. O vídeo é uma produção do schnellebuntebilder com trilha do kling klang klong. 

Teste são realizadas na Universidade,para segurança de voz para carros!

A Universidade de Utah realizou um estudo com seis sistemas de reconhecimentos de voz para avaliar o nível de segurança que eles apresentam. Entre todos os que foram pesquisados, a Siri se saiu pior, como o sistema que mais distrai os motoristas.

Porém, de acordo com a Apple, a pesquisa não considerou as versões da Siri desenvolvidas especificamente para carros, ou seja, o Siri Eyes Free e o CarPlay, embora tenha avaliado as versões específicas para carros das outras fabricantes.

De acordo com o Wall Street Journal, embora o uso do comando de voz tenha sido considerado uma distração, diversos estudos concluíram que o uso do comando de voz é mais seguro que operar controles manualmente.

Na minha opinião ainda tem muito que fazer com esses recurso! Deixar ele eficaz e ao mesmo  tempo  simples e difícil! Mas creio que vai ficar bom mesmo lá para 2016 mais ou menos!"isso é opinião do Blogueiro ".

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Problema na câmera do iPhone Plus

Desde que foram lançados, os novos iPhones da Apple já passaram - e continuam passando -por uns maus bocados. Depois dos problemas de entortamento do iPhone 6 Plus e de alguns outros pequenos problemas reportados por alguns usuários, agora a Apple está lidando com um novo problema que está afetando o modelo maior do smartphone. Segundo o Phone Arena , alguns usuários relataram problemas na câmera do smartphone.

Ao que aparenta, o sistema e estabilização ótica de imagem da câmera do phablet da Maçã vem apresentando problemas e capturando cenas extremamente onduladas. A falha está acontecendo mesmo quando o usuário tenta capturar fotos simples sem que a câmera esteja em movimento. Quem está sofrendo com o bug também afirma que, nestas circunstâncias, a câmera é praticamente inútil, já que não dá para fazer nada com ela.

O problema começou a ser relatado em outubro nos fóruns de ajuda da própria Apple. À época, um usuário afirmou que a câmera traseira do seu iPhone 6 Plus estava com problema, mas que a câmera frontal não apresentava nenhum tipo de defeito. Para tentar solucionar o problema, o usuário reiniciou o aparelho, redefiniu as configurações e atualizaou o iOS para a versão 8.1, mas mesmo assim a câmera permaneceu com defeito.

Alguns dias depois, o usuário retornou ao tópico e disse que seu problema havia sido resolvido. "Eu levei o meu iPhone para a Apple Store e eles acabaram substituindo a câmera, então está tudo bem a partir de agora. Mas um dos meus amigos está enfrentando esse mesmo problema. Parece que esse sistema de estabilização nos novos iPhones é defeituoso e incapaz de durar muito tempo".

Outro usuário diz que ouve um "estalo mecânico dentro do aparelho enquanto a câmera está em uso", indicando que este pode ser realmente um problema de hardware do aparelho.

Se você também está enfrentando este problema, pode levar o seu smartphone a uma Apple Store e pedir pela manutenção do aparelho. Se a câmera não for substituída, a Maçã certamente trocará o seu aparelho por um novo.

Por enquanto, a Apple ainda não se pronunciou sobre o problema e não esclareceu o que pode estar causando o defeito na nova geração de smartphones.


domingo, 16 de novembro de 2014

Evento de hackers! IOS e Android não resistem

O evento Pwn2Own já virou uma tradição anual, afinal, é benéfico para hackers (que ganham visibilidade e prêmios), para fabricantes (que podem tornar seus sistemas mais seguros) e para usuários (que podem ficar tranquilos por usarem softwares cada vez mais “redondos”).

Hackers na Pwn2Own

Em 2014, o foco inicial do evento — organizado  pela Zero Day Initiative (ZDI) da HP — foram sistemas operacionais móveis e o resultado, um tanto surpreendente: enquanto o iOS e o Android sucumbiram aos sofisticados ataques de hackers, o Windows Phoneacabou resistindo bem (não totalmente, mas melhor que os outros).

Os hackers conseguiram obter controle total dos aparelhos iPhone 5s, Samsung Galaxy S5, LG Nexus 5 e Amazon Fire Phone, enquanto um Nokia Lumia 1520 se segurou graças ao seu sistema em sandbox. O smartphone da Apple estava rodando o iOS 8.1 e foi invadido através de dois bugs encontrados no Safari.

Hacks mais sofisticados demonstrados na Mobile Pwn2Own podem render prêmios de até US$150 mil, e o bacana é que todos são detalhados para as fabricantes as quais, normalmente, liberam rapidamente correções das falhas exploradas.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Muda a página da Genius Bars!

Imaginem a quantidade de atendimentos desnecessários e/ou simples de serem resolvidos que são marcados diariamente nos Genius Bars das Apple Retail Stores?

Enquanto uma mulher recebendo ajuda de um Genius por conta de problemas para se logar no Mac. Tudo, contudo, era mais simples do que qualquer um de vocês poderia imaginar: bastou desativar a tecla Caps Lock para ela conseguir entrar no sistema. 

Esse, é claro, foi apenas um exemplo de muitos atendimentos “simples” e desnecessários que devem acontecer todos os dias. Desnecessários pois são coisas que são facilmente resolvidas sem a necessidade de um atendimento físico.

Ao entrar no site da Apple — especificamente na página de uma Retail Store —, era muito simples agendar uma visita ao Genius Bar. Bastava navegar entre as opções, escolher um horário, descrever parte do problema e pronto. Para evitar que esses agendamentos desnecessários como esse comentado acima sejam marcados, a Apple resolveu mudar um pouco as coisas.

Essa opção continua lá na página de cada uma das lojas da Maçã, mas agora em vez de oferecer de cara a marcação da visita, a empresa tenta entender qual é o problema do usuário e aponta a melhor solução para a resolução dele, que varia desde uma simples leitura de um artigo de suporte passando por levar o produto a uma assistência técnica, agendar uma chamada com o suporte da Apple, falar com eles num outro momento, conversar com especialista através de um chat ou, é claro, ir até o Genius Bar da loja.

Antes essas outras opções de suporte já existiam no site da Apple, porém estavam disponíveis numa outra área; agora tudo está integrado junto.

Muitos podem interpretar isso como a Apple criando barreiras, dificultando as coisas para que usuários agendem horários no Genius Bar. Eu já vejo como o contrário: fazendo isso, a empresa está realmente ajudando quem de fato precisa visitar uma loja para resolver o seu problema.

Novos fones da Beats

Em maio passado, a Beats lançou Silo 2, a linha de fones de ouvido mais popular da empresa. Hoje, uma nova versão sem fio (wireless) deles chegou ao mercado — trata-se, inclusive, do primeiro produto lançado após a compra pela Apple 

Solo2 wireless

Esse novo modelo é praticamente igual ao anterior, com exceção, é claro, do Bluetooth para o funcionamento sem fio e de controles para avançar/retroceder/pausar/reproduzir, e aumentar/diminuir o volume nos próprios fones. De acordo com as especificações dele, sua bateria é capaz de aguentar até 12 horas de reprodução; caso você esteja na rua e fique sem bateria, pode utilizar o cabo de 3,5mm (com microfone e controle remoto) que também acompanha o produto.

O produto custará US$300, estará disponível nas cores vermelho (exclusividade da operadora Verizon Wireless), preto, branco e azul, e começará a ser vendido em lojas da Apple — e outras parceiras — até o fim de novembro.

Além da versão sem fio do Solo2, a empresa também anunciou a Royal Edition do modelo com fio. Trata-se do mesmo Solo2, porém com acabamento feito em cetim nas cores cinza, verde, violeta, rosa e azul. Ele também será disponibilizado no fim do mês pelo mesmo preço do Solo2 atual (US$200).

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Apple Watch vai ter boa briga por um lugar! Confira os Wearables que roda pelo mundo!!!

Embora não sejam exatamente uma novidade no mercado de eletrônicos, os “wearables” — também conhecidos como “dispositivos vestíveis” — parecem somente agora estar ganhando a atenção dos grandes nomes do mercado. Muitas empresas apostam que os dispositivos da categoria em breve devem passar por uma explosão de vendas e já apostam em maneiras de se aproveitar dessa oportunidade.

Diante desse cenário, o TecMundo reuniu todas as informações que você precisa saber sobre alguns dos principais dispositivos que já estão disponíveis nas lojas ou devem poder ser adquiridos muito em breve pelo público. Como nosso foco foram produtos recentes, não estranhe o fato de produtos conhecidos como o SmartWatch 2 da Sony e a Vivofit da Garmin estarem de fora de nossa seleção.

Além do quadro comparativo que mostra as especificações dos principais produtos do mercado, você confere uma breve descrição com o diferencial de cada produto escolhido. Para facilitar a consulta, separamos os dispositivos nas categorias smartwatches e smartbands — preferindo deixar de lado outros dispositivos “vestíveis” menos consolidados, como o Google Glass.

Smartwatches

ZenWatch

A primeira geração de relógios inteligentes da Asus se diferencia por estrear as opções de personalização do sistema operacional Android Wear com a interface Zen UI. Além de apresentar um visual atraente (e bastante próximo ao de um relógio convencional), o gadget chama a atenção por sua capacidade de controlar câmeras fotográficas de forma remota.

Apple Watch

Ainda envolto em mistérios, o Apple Watch é a grande aposta da companhia de Cupertino para estabelecer seu nome como referência na área. Equipado com um sistema operacional proprietário, o acessório promete se tornar tanto um item de moda quanto um dispositivo tecnológico que desperta desejos. Disponível em diversos tamanhos e acabamentos, o produto pode chegar a custar até US$ 5 mil dependendo do modelo escolhido.

SmartWatch 3

Veterana na área dos wearables, a Sony aposta no Android Wear como forma de chamar a atenção para a nova geração de seu SmartWatch . Os principais diferenciais do produto em relação a seus rivais é a possibilidade de realizar recargas a partir de uma conexão micro USB e sua bateria, que promete entre 2 a 5 dias de uso contínuo com uma única recarga.

LG G Watch R

Também apostando no Android Wear, o Lg G Watch R possui características que o tornam bastante próximo a um relógio convencional. Entre elas, está o fato de o aparelho usar um padrão de pulseiras intercambiáveis que possibilita usar praticamente qualquer opção disponível no mercado para moldar o dispositivo a seu gosto pessoal.

Samsung Gear S

Adição mais recente à extensa linha de smartwatches da Samsung, o Gear S se diferencia pela independência. Deixando de lado a necessidade de parear com um smartphone, o dispositivo é capaz de realizar ligações telefônicas e vem acompanhado por diversos aplicativos voltados à prática de esportes — entre eles, o popular Nike+.

Pebble Steel

Embora ainda pouco conhecido no Brasil, o Pebble Steel é um produto que está se tornando famoso devido à combinação entre preço acessível, bateria duradoura e aplicativos populares — como o Foursquare. Capaz de trabalhar em conjunto com aparelhos iOS e Android, a novidade ainda traz como vantagem um visual atraente e possibilita a visualização fácil de notificações em sua tela.

MB Chronowing

Apostando mais em um design belo do que em funcionalidades impressionantes, o MB Chronowing é a forma que a HP encontrou de entrar no mercado de smartwatches. O dispositivo envia alertas discretos para mensagens SMS, emails e aplicativos à sua escolha, sendo compatível tanto com dispositivos Androide  quanto iOS. Com um visual luxuoso, o gadget conta com uma versão com cristais de safira e pulseira de crocodilo que custa o valor nada modesto de US$ 649.

Moto 360

Já disponível no Brasil, o primeiro smartwatch da Motorola chama a atenção pelo preço acessível em relação a seus competidores — por aqui, o dispositivo custa metade do que é cobrado pelo Gear S. Oferecendo recursos de recarga wireless, o dispositivo peca pela bateria que precisa ser recarregada diariamente.

Smartbands

Conhecidas pelo foco na realização de exercícios e no estabelecimento de práticas de vida saudável, as smartbands atuam de forma mais discreta que os smartwatches. Em vez de ser o centro das atenções, essa categoria de acessórios age mais como um complemento para seu cotidiano, permanecendo “esquecidos” a maior parte do tempo enquanto realizam suas ações.

Microsoft Band

Quebrando expectativas, a primeira empreitada da Microsoft no mundo dos vestíveis é uma smartband e não um relógio inteligente, conforme era cogitado. Dedicado ao acompanhamento de atividades físicas, o produto também age como uma espécie de assistente pessoal que exibe mensagens de texto, chamadas recebidas, recados e atualizações de redes sociais.

Razer Nabu

Conhecida pela produção de acessórios para games, a Razer quer mostrar que os fãs dos jogos eletrônicos também levam uma vida saudável. Para isso, a empresa aposta em um acessório que ajuda você a regular suas atividades físicas e que também ajuda na interação social — basta um aperto de mãos entre dois usuários da Nabu para que eles se adicionem como amigo.

Sony SmartBand Talk

Enquanto na primeira geração da SmartBand Talk a Sony apostou em um acessório dependente do aplicativo Lifelog, agora a empresa traz um pouco mais de independência a seu produto. Com uma tela com a tecnologia e-Ink (que garante a economia de bateria), o dispositivo possui resistência à água e a arranhões e compatibilidade com dispositivos Android.

Nike+ FuelBand SE

Uma das primeiras empresas a apostar nas smartbands como um complemento para atividades físicas, a Nike adota soluções diferentes das convencionais na FuelBand SE. Em vez de trazer uma tela, por exemplo, o dispositivo apresenta dois painéis LED capazes de exibir mensagens e pequenas notificações através de um código de cores próprio. O gadget trabalha em conjunto com aparelhos com os sistemas iOS e Android.

Garmin Vivosmart

Outra empresa relativamente desconhecida no Brasil, a Garmin é bastante popular entre aqueles que já adotaram os wearables como parte de sua vida. Lançada em setembro de 2014, a Vivosmart consegue armazenar o registro de até 3 semanas de atividades diárias, o que possibilita acompanhar de perto sua evolução durante a prática de exercícios.

LG Lifeband Touch

A solução da LG para a prática de atividades físicas envia alertas vibratórios para seu usuário e se mostra capaz de controlar a reprodução de músicas sem que você tenha que retirar seu smartphone do bolso. Além disso, o aplicativo LG Fitness se destaca por sua capacidade de trabalhar com monitores cardíacos fabricados por outras companhias.

Fitbit Surge

Nova geração da pulseira Fitbit, o Surge se destaca por trabalhar com os sistemas operacionais Windows Phone, Android e iOS. Além disso, o produto possui uma quantidade generosa de sensores embutidos, o que garante uma experiência de uso bastante completa ao permitir que o acessório obtenha de forma automática todos os dados sobre a saúde de seu usuário.

Jornalista que deveria usar Surfaces 3 pro e pego usando IPad!!!

Recentemente a Microsoft fez um acordo com a CNN para que a emissora utilizasse Surfaces 3 Pro durante a cobertura das eleições americanas.

iPads sendo utilizados no lugar de SurfacesO problema é que o tiro acabou saindo pela culatra, pois os apresentadores acabaram usando os tablets da Microsoft para fazer uma “parede” e esconder os iPads que estavam sendo utilizados de verdade.

O jornalista Jake Tapper rapidamente foi ao Twitter explicar a situação, dizendo que ele estava utilizando o iPad apenas para twittar pois queria deixar a tela do Surface com as pesquisas das eleições e que todo esse falatório é desnecessário.

Mas peraí: a multitarefa do Surface Pro 3 não é um dos grandes diferenciais do tablet contra o iPad? A Microsoft até mesmo já bateu nessa tecla algumas vezes durante a campanha do produto!


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Novo malware para Mac e iPhone

Não é a primeira vez que algo do tipo acontece, mas enquanto houver gente disposta a roubar o trabalho alheio pirateando softwares, haverá também quem deseje se explorar disso. Foi o que aconteceu nos últimos dias, com o surgimento de um novo e perigoso malware identificado como “WireLurker”.

Distribuído por meio de um repositório chinês de apps piratas para Mac, o software malicioso explorava uma brecha no iOS destinada à instalação de aplicativos corporativos via USB/Lightning para infectar iPads e iPhones/iPods touch — mesmo *sem* jailbreak. Uma vez instalado, o malware capturava dados pessoais (como contatos e mensagens) e os enviava para servidores remotos.

iPhone 5 e conector Lightning

A Apple foi rápida não só para reconhecer, mas para bloquear a falha cancelando os certificados de todos os apps infectados. Isso significa que ela consegue impedir uma maior disseminação do malware, mas não remove o software malicioso nos iGadgets já contaminados.

De acordo com a Palo Alto Networks, que detalhou todo o funcionamento do “WireLurker”, quase 500 aplicativos para Mac chegaram a ser infectados pelo malware. Entre eles estavam jogos como The Sims 3, Pro Evolution Soccer 2014, Bejeweled 3, Angry Birds e muitos outros baixados centenas de milhares de vezes.

No caso desse malware, quem sempre baixa/compra aplicativos diretamente das desenvolvedoras oficiais ou de preferência pela Mac App Store não tem com o que se preocupar. Evite, também, conectar o seu iGadget a computadores alheios/não-confiáveis via USB.