Propaganda Box

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

IPhones plus da loop de reinicializações

Dezenas de usuários estão reclamando nos fóruns da Apple sobre um problema misterioso que acontece com alguns iPhone plus . O aparelho pode entrar em um loop de reinicializações indefinido e sem qualquer causa aparente. Há pessoas que relatam já terem trocado de phablet quatro vezes nas lojas da marca e, mesmo assim, o problema persiste.

A maior parte dos usuários que relata a dificuldade possui o modelo de 128 GB de armazenamento interno. Isso parece um denominador comum que afeta justamente os usuários mais exigentes, que precisam de muito espaço para guardar apps e arquivos pessoais.

Fora a possibilidade de um modelo específico estar sendo mais afetado, há outras suspeitas de causas para esse problema. Muitos comentam que as reinicializações começaram depois da atualização para o iOS 8.1, mas que, mesmo revertendo o celular para a ROM anterior, o defeito permanece.

Apps antigos?

Boa parte dos usuários que relatam o acontecido dizem que possuem mais de 700 apps instalados e quase todos iniciaram seus phablets pela primeira vez importando todos os apps de iPhones antigos. Assim, possíveis incompatibilidades poderiam ser o problema.

Apesar disso, outras pessoas comentaram que restauraram seus aparelhos e, depois disso, instalaram seus apps um a um manualmente para evitar problemas com ferramentas antigas. Isso também não se mostrou eficaz.

Ainda sem solução

O problema das reinicializações pode ter uma frequência bem alta ou nem tanto assim. Mas parece que, mesmo com o celular em espera, a situação continua acontecendo. Até o momento, a Apple não se pronunciou quanto ao caso e mais de 9,2 mil pessoas já visualizaram o tópico e interagiram com as 62 respostas de usuários com problemas.

Se somente essas pessoas forem as afetadas, é possível que o número de iPhones problemáticos seja baixo em relação ao total vendido. Mas, como há clientes no quarto dispositivo defeituoso, isso pode ser um tanto improvável.

Beats Music vai se integrar ao iTunes

A Apple planeja relançar o serviço Beats Music como parte das novidades do iTunes em 2015. A informação foi divulgada nesta semana pelo The Wall Street Journal, que afirma ter ouvido fontes ligadas à empresa que dão como certo o relançamento da ferramenta, mas ainda não há uma data definida.

Relatórios internos da Apple indicam ainda que o nome Beats Music deve sumir completamente em prol do fortalecimento do iTunes. Tim Cook, CEO da companhia, constantemente tem comentado sobre a qualidade das playlists dos serviços da Beats, um indicativo do que pode aparecer no iTunes após a integração.

O momento não é o mais confortável para a Apple no que diz respeito a comercialização de faixas via iTunes. Em 2014, pela primeira vez, as vendas de músicas digitais tiveram uma queda no serviço da empresa, fechando em números 14% mais baixos do que o montante vendido em 2013 – um sinal claro de que boa parte dos consumidores está migrando para os serviços de streaming.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Novos iMac 5k

Em um evento programado para anunciar os novos iPads, a Apple também aproveitou para revelar todos os detalhes de um computador muito interessante. Estamos falando do novo iMac com Retina Display, que chegará ao mercado acompanhado de uma tela que conta com a “maior quantidade de pixels do  mundo”. E este título não é por acaso: o aparelho possui 14,7 milhões de pixels.

Mas é claro que um computador dessa magnitude não pode ficar limitado ao display. Por isso, a Apple também revelou diversos detalhes sobre o que existe por trás da tela. Ou seja, o que há de mais importante no hardware deste computador de alto desempenho. Está curioso? Então confira agora mesmo o que a empresa de Cupertino separou para os consumidores de todo o mundo.

Tela de 27 polegadas e resolução estonteante

Imagine uma televisão HD comum, que possui resolução máxima de 1920x1080 pixels. A tela do iMac Retina Display possui nada menos do que sete vezes a quantidade de pixels dela, chegando aos 5120x2880 pixels (5K). Considerando o fato de que eles estão espalhados por 27 polegadas, podemos chegar à incrível densidade de 217 pixels por polegada — um monitor 4K de 22 polegadas oferece 200 ppp.

Como já dissemos anteriormente, essa relação dos 5120x2880 pixels resulta em um total de 14,7 milhões de pontos na tela — 67% a mais do que telas 4K. Como você pode imaginar, isso permite que as imagens sejam muito mais nítidas do que as encontradas em outros tipos de displays. E para quem está pensando no que existe por trás dessa altíssima qualidade, a Apple apresentou duas tecnologias bem interessantes.

A primeira delas é o processador Timing Controller, um chip independente que permite que a quantidade de dados que são levados até a tela seja aumentada em quatro vezes — o que é mais do que necessário para as altas resoluções do aparelho. A segunda tecnologia é um display TFT óxido, que garante melhores taxas de iluminação para os conteúdos exibidos no iMac.

Hardware de respeito

O que todos queriam saber era qual o processador que seria capaz de executar funções com qualidade na tela de 27 polegadas do iMac Retina Display. Pois a Apple revelou que ele será um Intel Core i5 quad-core, com clock de 3,5 GHz. A fabricante afirma que o chip apresentou excelentes resultados nos testes realizados até agora e promete que os consumidores ficarão plenamente satisfeitos.

Indo além, é preciso citar também o processador gráfico que faz parte do novo iMac. Há opções com GPU AMD Radeon R9 290X ou 295X, sendo que ambas devem entregar muita velocidade e qualidade nas imagens para os aplicativos mais pesados, jogos e conteúdos multimídia. Existem ainda 8 GB de memória RAM para uma ampla capacidade de execução em multitarefas e 1 TB de armazenamento híbrido no Fusion Drive.

Especificações técnicas

  • Tela: Retina Display IPS de 27 polegadas
  • Resolução: 5120x2880 pixels
  • Processador: Intel Core i5 quad-core de 3,5 GHz
  • Processador gráfico: AMD Radeon R9 M290X
  • Memória gráfica: 2 GB GDDR5
  • Memória RAM: 8 GB
  • Memóra de armazenamento: 1 TB (Fusion Drive)
  • WiFi: 802.11ac
  • Bluetooth: 4.0
  • Expansão: SDXC, DisplayPort, USB 3.0, USB 2.0, Thunderbolt 2.
  • Dimensões: 51,6 cm (altura) x 65 cm (largura)
  • Peso: 9,54 kg

O que mais há no iMac?

Assim como na versão anunciada no ano passado, o iMac Retina Display também chegará ao mercado com design ultrafino surpreendente. O computador possui apenas 5 milímetros de espessura nas bordas — há maior espessura na parte central do aparelho —, o que torna o design dele ainda mais bonito.  Mas é preciso dizer que isso não é tudo o que podemos encontrar.

Para enviar dados e imagens para outros equipamentos, o novo iMac possui ainda duas conexões Thunderbolt 2, quatro conexões USB 3.0 e slot para cartões SDXC. A conectividade WiFi 802.11ac também garante mais velocidade para a transmissão de dados na internet, sendo prometido até três vezes mais potência do que as conexões em outros protocolos. Vale dizer ainda que o dispositivo é mais eficiente e garante até 30% de economia de energia em relação ao iMac anterior.

Quanto vai custar?

Nos Estados Unidos, cada unidade da versão mais básica do iMac Retina Display custará US$ 2.499. Aqui no Brasil, o aparelho não sairá por menos de R$ 13.999 — vale dizer que ele pode chegar ao preço de R$ 22.827.

Novos iPad Air 3 e iPad mini 2

Durante um evento especial, a Apple anunciou hoje o novo iPad Air 2. Tim Cook começou a apresentação falando das qualidades do iPad e de como ele está em todo lugar hoje em dia, além das facilidades que o novo dispositivo proporcionou para todas as pessoas do mundo todo que já adquiriram um modelo.

E segundo Cook, a Apple já vendeu 255 milhões de iPads pelo mundo. O mais impressionante: ele garantiu que 100% das pessoas está satisfeita com o produto.

O que fazer quando se tem o melhor tablet do mundo? Como fazer o melhor? Segundo Tim Cook, o segredo está no iPad Air 2 que chega com uma espessura de 6,1 mm, sendo o mais fino já desenvolvido até hoje e 18% mais fino que o iPad Air anterior.

Especificações

Design de qualidade

Como já citamos, esse é o iPad mais fino até hoje e, de acordo com a Apple, o tablet mais fino já produzido. O acabamento segue a mesma linha do modelo anterior, mas com linhas levemente mais arrojadas. Os botões seguem a mesma linha do iPhone 6, sendo mais largos e melhor distribuídos. Para completar, ele também é mais leve que o modelo anterior.

O corpo é completamente em alumínio e está ainda mais sólido que antes. Se comparado com o primeiro iPad, é preciso colocar dois aparelhos do novo modelo um em cima do outro para chegar à espessura do primeiro modelo, lançado há alguns anos.

Em termos de design, a Apple trouxe três cores diferentes; são as mesmas que chegaram junto com o iPhone 6, mês passado: dourado, cinza e cinza espacial. A já famosa capa Smart Cover continua presente, mas também ganhou novas cores.

Durante um evento especial, a Apple anunciou hoje o novo iPad Air 2. Tim Cook começou a apresentação falando das qualidades do iPad e de como ele está em todo lugar hoje em dia, além das facilidades que o novo dispositivo proporcionou para todas as pessoas do mundo todo que já adquiriram um modelo.

E segundo Cook, a Apple já vendeu 255 milhões de iPads pelo mundo. O mais impressionante: ele garantiu que 100% das pessoas está satisfeita com o produto.

O que fazer quando se tem o melhor tablet do mundo? Como fazer o melhor? Segundo Tim Cook, o segredo está no iPad Air 2 que chega com uma espessura de 6,1 mm, sendo o mais fino já desenvolvido até hoje e 18% mais fino que o iPad Air anterior.

Especificações

Design de qualidade

Como já citamos, esse é o iPad mais fino até hoje e, de acordo com a Apple, o tablet mais fino já produzido. O acabamento segue a mesma linha do modelo anterior, mas com linhas levemente mais arrojadas. Os botões seguem a mesma linha do iPhone 6, sendo mais largos e melhor distribuídos. Para completar, ele também é mais leve que o modelo anterior.

O corpo é completamente em alumínio e está ainda mais sólido que antes. Se comparado com o primeiro iPad, é preciso colocar dois aparelhos do novo modelo um em cima do outro para chegar à espessura do primeiro modelo, lançado há alguns anos.

Em termos de design, a Apple trouxe três cores diferentes; são as mesmas que chegaram junto com o iPhone 6, mês passado: dourado, cinza e cinza espacial. A já famosa capa Smart Cover continua presente, mas também ganhou novas cores.

Hardware mais poderoso e novo processador

A tela do novo tablet chega com uma novidade, um novo painel mais compacto que reduz a reflexão interna e de quebra pode oferecer mais qualidade de imagem; ele é semelhante ao que foi aplicado no iPhone 6. Segundo Phil Schiller, é a tela menos refletiva do mercado e com ela é possível quase tocar os pixels com os dedos.

O chip que movimenta o aparelho é o A8X, um modelo criado especificamente para novo tablet que apresenta um poder de processamento gráfico 180 vezes maior que do primeiro iPad. Todos os novos recursos já anunciados para o iPhone 6 também estão presentes, como a biblioteca Metal que vai garantir que desenvolvedores tenham mais poder na hora de criar games.

Mas não foi só o chip gráfico que foi atualizado. A CPU também ganhou um incremento de 40% na potência em relação ao chip A7, presente na geração anterior. Isso garante mais velocidade ao sistema e mais fluência na hora de alternar entre aplicativos abertos em segundo plano.

A chegada do novo coprocessador M8 também traz novos sensores para o iPad, como o barômetro, além dos já tradicionais: giroscópio, acelerômetro, GPS e bússola. Segundo a empresa, o novo chip foi retrabalhado para funcionar de forma muito mais eficiente que antes e consumir menos energia. E falando nesse assunto, a bateria continua com a mesma duração de antes que, de acordo com a Apple, é de até 10 horas. Tudo isso com um hardware incrivelmente mais potente.

O chip WiFi e toda arquitetura de comunicação foi retrabalhada para oferecer mais velocidade na hora da transmissão de dados. Segndo a Apple, o WiFi do novo iPad pode transferir dados em até 866 Mbps e o 4G LTE também está mais rápido.

O Touch ID também chega pela primeira vez no iPad. O sensor biométrico estreou no iPhone 5S e agora chega ao iPad Air 2 já com suporte ao Apple Pay, a ferramenta de pagamento exclusiva dos dispositivos da maçã.

Tela retina com mais qualidade

A tela retina do iPad Air 2 chega com 9,7 polegadas e tem resolução de 2048x1536 pixels, mas essa não é a principal novidade. Nos modelos anteriores, os painéis eram fabricados em três partes diferentes e separadas. Essas camadas eram então, sobrepostas para formar a tela. A novidade é que agora a tela foi reinventada. As três camadas foram combinadas e o espaço entre elas completamente eliminado.

Essa alteração resultou em uma tela mais fina, resistente e compacta. Além disso, o reflexo gerado entre elas desapareceu completamente, o que faz com que o iPad Air 2 tenha cores mais vivas e brilhantes com mais brilho e contraste. Como a camada de LCD está mais próxima da superfície de vidro, é possível ter a impressão de estar “tocando” os pixels com a ponta dos dedos.

Entre as modificações também está um novo revestimento antirreflexo capaz de fazer com que o tablet possa exibir imagens nítidas mesmo em ambientes muito ensolarados.

Câmera mais poderosa

A iSight Camera está ainda mais poderosa no iPad Air 2. A câmera possui 8 megapixels de resolução, abertura f/2.4 e sensor de 1.12u pixels. Assim como no iPhone 6, as fotos panorâmicas podem ter 43 megapixels. Uma das principais novidades da câmera do novo iPad foi a chegada da gravação de vídeos em câmera lenta (120 fps).

O sensor de 8 megapixels casa perfeitamente com o novo processador gráfico presente no chipset A8X, que agora oferece novos e mais poderosos recursos de detecção facial. O foco também ficou mais rápido e o processamento das imagens elimina ruídos com mais eficiência que antes.

Entre os recursos de software da câmera que chegaram com o iOS 8 estão o TimeLapse e o Burst Mode, aquele que permite fotos rápidas em sequência. A maior novidade fica por conta da câmera lenta que chega ao iPad pela primeira vez, junto com um sistema de microfones múltiplos mais bem desenvolvidos para garantir uma ótima captação de som.

iPad Mini 3: decepção

O iPad Mini 3 chega com o mesmo hardware da geração anterior. O chipset é o Apple A7 que oferece, ainda hoje, um bom poder de processamento, além de ser 64-bit. Além disso, ele também deve ser compatível com o Metal, a nova biblioteca para o desenvolvimento de aplicativos e games em alta qualidade. A duração da bateria é de até 10 horas, é claro, dependendo do uso do aparelho.

O design também é o mesmo da geração anterior. O modelo vem com espessura de 7,5 mm e mede 100 x 134 mm. O modelo também possui novas cores: assim como o iPad Air 2 e o iPhone 6, esse modelo também possui três cores diferentes: dourado, cinza e cinza espacial.

A tela retina do iPad Mini 3 possui 7,9 polegadas e a mesma resolução do iPad Air 2, ou seja, 2048x1536 pixels, o que rende uma densidade de 326 pixels por polegada.

O grande diferencial do iPad Mini 3 fica por conta da presença do Touch ID, o sensor biométrico que estreou no iPhone 5S ano passado e agora é a grande estrela do Apple Pay, o sistema de pagamento digital desenvolvido pela Apple.

Sistema operacional

Os dois novos tablets chegam com a nova versão do sistema operacional. O iOS 8 apresenta uma série de recursos inovadores em relação à versão anterior. Contudo, as principais mudanças não são estéticas e sim internas: o novo sistema pode aceitar mais modificações e integração com aplicativos de terceiros, por exemplo, como novos teclados e widgets personalizados na tela de notificações.

Outro destaque do sistema fica para a integração completa com os outros produtos da família Apple. Você pode começar a trabalhar no iPhone, passar pelo Mac e terminar no iPad; tudo é sincronizado em tempo real.

Segundo a Apple, os dois novos modelos devem estar disponíveis a partir do dia 17 de outubro, mas os modelos anteriores continuam na prateleira. A vantagem é que eles devem sofrer uma queda no preço.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Novos nomes dos iPad aparecem no iBook Store

Hoje apareceu na iBook Store uma atualização do manual do iPad, que já trazia 
nomes e imagens dos novos iPads, que só devem ser apresentados oficialmente no evento de amanhã. O livro não está mais no ar.

Além de revelar os nomes iPad Air 2 e iPad mini 3, as imagens do livro ainda confirmam a inclusão do Touch ID no botão Home dos iPads. O design exterior, como se desconfiava, não muda quase nada, com o botão lateral para mudo/rotação permanecendo como sempre foi.

Página do livro

O fato da Apple estar preparando um manual sobre o iOS 8.1 para amanhã, pode significar que teremos a liberação pública desta versão do sistema nesta quinta-feira, logo após o evento.

Outra novidade que aparece nos screenshots da página do livro é o modo contínuo de fotos no iPad Air 2, introduzido no iPhone 5s. Aparentemente a função não estará presente no novo iPad mini.

Mais uma vez a Apple retoma a numeração nos nomes do iPad, como fez no iPad 2 (o último da era Jobs). Com isso, teremos um iPad mini 3 sem nunca ter tido um iPad mini 2

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Evento da Apple será no dia 16 de outubro

Assim como ocorreu em todos os seus últimos eventos especiais recentes, a Apple confirmou que transmitirá ao vivo pelo seu site (e em breve deverá pintar também um canal na Apple TV).

Transmissão ao vivo da Apple

O evento da vez, no qual são aguardados novos iPads, Macs e o lançamento oficial do OS X Yosemite, começará às 14 horas (pelo horário de Brasília) do dia 16 de outubro e terá — como sempre — cobertura completa do MacMagazine. Ele será realizado no auditório da própria sede da Apple, em Cupertino.

A transmissão da Apple no evento do mês passado (dos iPhones 6 e 6 Plus) sofreu bastante instabilidade e foi alvo de muitas críticas. Torçamos para que aquele tenha sido um caso isolado e que todos possamos assistir a essa próxima keynote sem dificuldades.

Problema com Dropbox

Má notícia para aqueles que dependiam exclusivamente de backup na nuvem através do Dropbox : a companhia confirmou que um erro em algumas versões antigas de seu aplicativo para desktop estava excluindo arquivos quando a opção Selective Sync (Sincronização Seletiva) era ligada. Essa opção permite a sincronização de apenas algumas pastas com os servidores da empresa.

Esse tipo de problema, geralmente, acontecia quando o computador travava ou reiniciava durante a sincronização. Alguns usuários, entretanto, reclamaram que perderam muitos arquivos sem que nenhuma das duas situações acima tivesse acontecido.

No entanto, a Dropbox afirma que a situação já está sob controle e também está providenciando a restauração dos arquivos que foram perdidos. Além disso, atualizações para essas versões antigas do seu software também estão sendo liberadas e barreiras estão sendo impostas para que programas desatualizados não façam o problema acontecer novamente.

Os usuários afetados também estão recebendo uma mensagem (como a exibida abaixo) oferecendo um ano dos serviços pagos da companhia através do  Dropbox Pro (assinatura anual no valor de US$ 99, ou aproximadamente R$ 237). Apesar de a oferta não reverter o problema, é uma boa solução para aqueles que perderam anos e anos de arquivos que estavam armazenados nos servidores da empresa.

Para aqueles que não entendem muito bem o inglês, nós traduzimos o texto da mensagem:

“Viemos informá-lo sobre um pequeno erro que ocorreu no recurso de Sincronização Seletiva e afetou uma pequena quantidade de usuários do Dropbox. Infelizmente, alguns de seus arquivos foram excluídos quando o aplicativo Dropbox foi desligado ou reiniciado enquanto a Sincronização Seletiva estava sendo aplicada.

Nosso time trabalhou duro para restaurar os arquivos que foram excluídos da sua conta. Você pode ver quais dos seus arquivos foram afetados e se nós conseguimos restaurá-los através desta página personalizada.

Pedimos desculpas pelo ocorrido. Não há nada mais importante para nós do que fazer com que suas informações estejam seguras e sempre disponíveis. Nosso time corrigiu o problema e colocou testes adicionais para prevenir que isso aconteça novamente no futuro.

Nós estamos dando para você o Dropbox Pro gratuitamente por um ano começando a partir de hoje, 10 de outubro de 2014. Embora saibamos que isso não compensará o nosso erro, nós queríamos agradecer por ter estado com a gente. Caso você tenha alguma dúvida, por favor, responda esta mensagem ou envie um email para [endereço omitido]. Estamos aqui para ajudar.”

Mais de 10 milhões de downloads!

A Microsoft anunciou hoje por meio do Blogging Windows que mais de 10 milhões de pessoas já baixaram a versão Technical Preview do Windows 10. O número é bastante impressionante, já que faz menos de duas semanas que o software está disponível para download. Além disso, a empresa revela ainda que mais de 200 mil colaborações de testadores foram recebidas com sugestões e relatos de problemas.

Somente quem fez a instalação e se inscreveu no Programa está fazendo parte dessa conta da Microsoft. Portanto, quem baixou o SO por outras fontes não deve estar sendo contabilizado nesse 1 milhão. De qualquer forma, há detalhes interessantes sobre os tipos de teste que os usuários estão fazendo. 36% fizeram a instalação do Technical Preview em máquinas virtuais e 64% instalaram o SO diretamente em computadores pessoais.

Usado como SO principal

A empresa comenta que esses números são muito bons, uma vez que dão mais credibilidade para as colaborações dos testadores. Isso quer dizer que, se você está usando o novo SO diretamente no seu PC e não apenas de forma virtual, suas opiniões sobre o software devem ser mais concretas, baseadas na experiência de horas de uso.

Fora isso, 68% das pessoas estão usando o novo Windows de forma pesada e moderada, executando sete ou mais aplicativos por dia. 25% dos usuários têm usado 26 ou mais aplicações diariamente e 5% executaram 68 apps ou mais em um período de 24 horas.

Até o momento, a maior parte das opiniões sobre o Windows 10  é de que se trata de um SO muito bom e mais estável do que se esperava.