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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Os plástico da Apple, história interessante!

Quem viveu nos anos 90 deve se lembrar bem do design dos aparelhos da Apple, que era absurdamente diferente daquilo que temos atualmente. Na época, os eletrônicos da empresa eram feitos em plástico, trazendo um visual muito mais colorido e cheio de curvas do que o estilo “reto” e limpo dos dispositivos atuais da companhia.

Essa enorme transição fica especialmente visível nos dois aparelhos mostrados logo acima. De um lado, temos o Powerbook G3, lançado em 1997; do outro, há o Powerbook G4, o sucessor direto do G3 e o primeiro aparelho a ter sua estrutura feita em metal (titânio, no caso).

Do plástico ao titânio

Agora, o que levou a Maçã a uma mudança tão drástica naquela época? Jony Ive comenta sobre sua conversa com Steve Jobs e Tim Cook sobre o assunto. Segundo ele, a decisão foi resultado do desejo dos três de criar um aparelho que combinasse leveza, resistência e um design fino:

“Eu me lembro claramente da época em que nós fizemos computadores portáteis de plástico, e Steve e Tim e eu sentamos e falamos que nós queríamos construir um computador portátil incrivelmente fino e leve. Havia toda uma série de desafios, de um ponto de vista de engenharia: como ele funcionava em um novo material, titânio. Isso significava que nós tínhamos que redesenhar completamente e descobrir novos parceiros com os quais trabalhar, contratar toda uma nova organização.”

Por mais que fosse um grande desafio para a época, a equipe resolveu seguir em frente. O resultado, como você pode ver, foi um enorme sucesso, guiando o design da empresa até os tempos atuais.

Dica para Windows 8

Ainda que muitos jamais tenham reparado, a Microsoft implementou um recurso bem interessante nas últimas atualizações das versões 8 e RT de seu sistema operacional Windows.

Estamos falando do Connected Standby (ou “Espera Conectada”, em uma tradução livre), um modo de suspensão de energia desenvolvido pela companhia com o intuito de tornar os PCs e notebooks mais parecidos com os tablets e smartphones.

Contudo, para entender o exato propósito do Connected Standby, é preciso antes de tudo observar uma diferença crítica entre o funcionamento de seus dispositivos móveis e os “computadores maiores”.

Quando você não deseja usar seu celular por algum tempo, basta bloquear a sua tela e abandoná-lo em qualquer lugar. Seu display ficará apagado – o que economiza a bateria – e alguns processos serão congelados, mas o aparelho continuará conectado à internet e completamente capaz de receber novos dados em tempo real (mensagens, emails, atualizações etc.). Dessa forma, assim que você precisar utilizar o gadget, basta apertar um botão para “acordá-lo” e você o terá pronto para uso, devidamente conectado e com novos dados recebidos.

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Já nos PCs tradicionais...

Mas a situação sempre foi diferente nos laptops e computadores de mesa. Estamos acostumados a usar os modos “Suspensão” e “Hibernação”, que congelam os processos em execução na memoria RAM  e mantêm a máquina dormindo até que você a ative. Com isso, assim que você acordar o PC, os programas e as tarefas que estavam em execução estarão devidamente prontos para uso no mesmo estado em que você os deixou ao ativar o standby.

Porém, diferente dos tablets e celulares, os computadores não se mantêm em atividade constante durante os modos de espera. Sem receber dados da internet, eles são incapazes de obter os últimos emails de sua caixa de entrada e notificar o usuário caso ele receba alguma mensagem importante.

Além disso, acordar uma máquina em suspensão ou hibernação está longe de ser uma tarefa tão rápida quanto desbloquear a tela de um smartphone. Por mais rápido que seu PC seja, ele vai demorar alguns segundos para “descongelar” a memória, se reconectar em uma rede, checar a existência de novos pacotes de dados, conferir atualizações do sistema e assim por diante.

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Como esse modo funciona?

Basicamente, o Connected Standby é uma evolução dos modos de suspensão e hibernação convencionais. Ele faz com que seu aparelho continue sempre conectado e ativo enquanto estiver em qualquer modo de descanso – a tela é desligada e os programas de desktop são congelados, mas os apps de tela cheia (obtidos na Loja) continuam trabalhando a todo vapor.

A novidade, contudo, não está disponível para qualquer gadget. Inicialmente, o Connected Standby estava presente com exclusividade nos aparelhos cujos processadores utilizam a arquitetura ARM – ou seja, Surface RT, Surface2 e Nokia Lumia. Afinal, o recurso não é apenas um truque de software: também é necessário que o hardware seja compatível com essa forma diferenciada de gerenciar sua própria energia.

Recentemente, a Intel também decidiu entrar na brincadeira e começou a fabricar chips com suporte para o recurso; a título de exemplo, podemos citar a linha Clover Trail (últimos modelos dos processadores Atom), que equipa alguns tablets mais modernos . 

Há uma maneira simples de descobrir se o seu aparelho é compatível com o Connected Standby. Basta abrir o Prompt de Comando (CMD) e digitar powercfg /a, apertando Enter logo em seguida. O sistema retornará a lista de modos de espera que estão disponíveis para seu computador: basta conferir se a opção “Standby (Connected”) é citada ou não.

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O lado negativo

Ainda que o Connected Standby possa ser um recurso atraente para muitos usuários, a verdade é que há centenas de pessoas procurando diariamente uma forma de desligar essa funcionalidade e economizar a bateria do dispositivo. De fato, esse modo de espera pode se mostrar inconveniente por conta de seu alto consumo de energia – afinal, diferente de máquinas normais, um gadget sempre conectado está trabalhando de forma ininterrupta e recebendo pacotes de dados a todo instante.

Infelizmente, temos uma má notícia para você: é impossível desativar o Connected Standby. Ele é um recurso nativo do sistema e está incorporado à hibernação e à suspensão tradicionais dos dispositivos com processadores compatíveis. Ele sequer é citado em quaisquer menus de configuração ou customização dos modos de energia que estamos acostumados a acessar em nossas máquinas.

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Como economizar a bateria?

Ainda que você não possa desativar o Connected Standby, há algumas maneiras de driblá-lo para economizar a bateria do seu computador. A principal delas é a mais simples, básica e óbvia: desligar completamente o aparelho. Sim, sabemos que isso vai fazer com que você perca um bom tempo quando for necessário religá-lo, mas é a solução caso você pretenda deixar o dispositivo abandonado por muito tempo (mas não quer que sua bateria se esgote durante esse intervalo).

Outra opção interessante é ativar o Modo Avião antes de suspender ou hibernar a máquina. Dessa forma, ele continuará “semiacordado” graças ao Connected Standby, mas não conseguirá baixar novos pacotes de dados por estar com suas conexões de rede desligadas (e, consequentemente, gastando menos energia elétrica). Esta alternativa se torna ainda mais vantajosa quando nos lembramos de que o Windows 8 possui um atalho bastante prático para a ativação dessa funcionalidade.

Em suma, o Connected Standby é uma inovação interessante e necessária — os dispositivos always-on são uma forte tendência no mercado de tecnologia e certamente apresentam mais benefícios do que desvantagens. Contudo, ainda assim seria bom caso a Microsoft oferecesse ao usuário a liberdade de desligar esse recurso caso ele quisesse — quem sabe ela não adiciona essa opção em uma futura atualização?

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Inauguração da Apple em Tóquio

E a festa, como sempre, foi grande por parte dos habitantes locais. Teve fila, camisa com estampa especial e até mesmo a presença da nova chefona das lojas da Apple, Angela Ahrendts.

A loja não é muito grande, mas é bem bonita, com sua fachada toda em vidro e sua escadaria feita de vidro e aço escovado.


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Tradicional presente dado aos primeiros visitantes no dia da inauguração continha um logo da Apple estilizado, feito de folhas verdes. A loja está investindo em sua imagem ecológica, com diversos dispositivos auto-sustentáveis.

Omotesando Apple Store

Será que a Apple criará camisas legais para as futuras lojas brasileiras?

Esta abertura de loja foi a primeira da “Era Ahrendts”, a ex-CEO da Burberry que assumiu o comando das lojas da Apple. Por isso, ela fez questão de ir pessoalmente conhecer como é uma inauguração e foi simpática ao permitir fotos com os presentes.

Omotesando Apple Store


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Novo app da Apple o Homekit

Sistema para desenvolvedores promete colocar vários produtos de automação doméstica sob controle de seu iPhone.
Susie Ochs, Macworld EUA

O iOS 8 irá invadir sua casa. Uma das muitas ferramentas para os desenvolvedores anunciadas pela Apple durante o primeiro dia da WWDC 2014 foi o HomeKit, um conjunto de ferramentas que irá permitir que aos fabricantes integrem melhor seus produtos de automação residencial com o sistema para dispositivos móveis da Apple.

O HomeKit é notável pelo que ele não é. A Apple não escolheu um protocolo padrão na indústria para apoiar (pelo menos não por enquanto) como fez com o USB ao usá-lo no primeiro iMac. A empresa também não anunciou um “hub” ou aparelho capaz de concentrar e fazer a ponte entre múltiplos aparelhos e protocolos. E o HomeKit não é um app no iOS como o Health e Passbook.

Ei, Siri! Acenda as luzes!

Atualmente a maioria dos produtos para a “casa conectada” dignos de nota pode ser controlada por um app no iOS, mas os usuários tem que encontrar e abrir o app antes de fazer qualquer coisa.

Em vez disso o HomeKit irá permitir que os usuários controlem seus aparelhos a partir de vários pontos no iOS 8. Com o HomeKit fechaduras, lâmpadas, câmeras, termostatos, tomadas e chaves poderão ser “pareados” de forma segura com seu iPhone, para que você possa usá-lo para controlar aparelhos, ou grupos deles.

Você poderá dizer para a Siri que está indo dormir, por exemplo, e isto irá gerar uma reposta de toda a casa de uma vez, sem que você tenha de abrir o app Nest para diminuir o aquecedor, o Hue para apagar as luzes e o August para trancar a porta da frente.

O recurso de “geofencing” do iOS também pode ser útil nesta área. Já é possível usar ferramentas como o IFTTT para disparar ações em gadgets compatíveis, como as lâmpadas Philips Hue ou as tomadas Belkin WeMo, de acordo com sua localização. Mas o HomeKit deverá tornar este processo mais fácil. Agora, quando seu iPhone notar que você está chegando em casa, poderá acender a luz da varanda e ligar o aquecedor para lhe dar as boas vindas.

Segurança máxima

A Apple não se esqueceu da segurança. Federighi disse que o HomeKit usará “um protocolo de rede comum que tem pareamento seguro, para que só seu iPhone possa abrir a porta da garagem”. Aparelhos em breve deverão ter uma etiqueta “Made for iPhone” em suas embalagens, e de fato leitores do site MacRumores notaram que o condicionador de ar Tianzun, da Haier, foi certificado no programa MFi em janeiro deste ano. A Apple diz estar trabalhando com “líderes em automação residencial” como a Huawei, Honeywell e Texas Instruments para identificar um protocolo de rede consistente.

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Não podemos esperar para aprender mais sobre o HomeKit à medida em que nos aproximarmos do lançamento do iOS 8, que deve acontecer a partir de Setembro deste ano.


Apple lança nova linguagem de programação

A Apple fez o público da WWDC feliz ao anunciar uma nova linguagem de programação própria que descomplica sua anterior. Afinal, o evento que a companhia realiza nesta segunda-feira, 2, é voltada a desenvolvedores.

Chamada de Swift, a linguagem entrará no lugar da Objective C, usada pelos desenvolvedores na criação de aplicações para iOS.

Ao falar sobre a novidade, o vice-presidente de engenharia de software Craig Federighi disse que, quando a construía, a Apple pensava no que poderia ser feito "sem a bagagem da [Objective] C". Não à toa, a principal diferença entre as duas linguagens é que a segunda depende de muito menos códigos escritos.

As duas linguagens poderão ser usadas no mesmo aplicativo, segundo o The Next Web, assim os desenvolvedores poderão fazer a atualização aos poucos.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Para desenvolvedores !!

Novas IOS  e do OS X estavam entre os anúncios aguardados para a WWDC realizada hoje. O que ninguém esperava é que a Apple fosse anunciar também uma linguagem de programação: logo depois de detalhar os principais recursos do iOS 8, a companhia apresentou a linguagem Swift, que deverá substituir o Objective C na criação de apps para as suas plataformas.

Coube ao vice-presidente de engenharia de software Craig Federighi fazer o anúncio. Na apresentação, o executivo justificou o projeto dizendo que a Apple trabalha com o Objective C há mais de 20 anos, mas que os desenvolvedores da companhia vinham se perguntando se já não era possível criar software sem se limitar tanto às restrições de compatibilidade do universo do C.

De maneira resumida, a proposta da linguagem é reunir as melhores características do C com recursos que tornam o desenvolvimento mais intuitivo e condizente com as necessidades de hoje, razão pela qual o Swift vem suporte a protocolos e extensões atuais, além de integrar padrões para programação de mapas e filtros, por exemplo.

Swift - Apple

O objetivo parece ter sido alcançado: segundo Federighi, os programadores conseguirão desenvolver aplicativos usando menos linhas de código no Swift; além disso, a nova linguagem é consideravelmente mais rápida, com seus aplicativos podendo ter um ganho de performance várias vezes maior que o seu equivalente em Objective C.

A Apple fez questão de ressaltar também que quem já desenvolve ou pretende desenvolver para iOS não precisará migrar repentinamente para o Swift: ambas as linguagens serão suportadas pela companhia por um bom tempo, podendo inclusive coexistir no mesmo aplicativo.

Mas, para quem pretende se aventurar desde já na novidade, uma boa notícia: a Apple liberou gratuitamente um ebook com cerca de 500 páginas que fornece todas as informações necessárias para desenvolver em Swift. Só é necessário atentar para o fato de o conteúdo estar em inglês e não haver, até o momento, qualquer previsão para disponibilização em outros idiomas.


Novidades no OS X 10.10

Atenção, macmaníacos: a Apple apresentou hoje a nova versão do seu sistema operacional. Chamado de Yosemite, o OS X 10.10 promete uma revolução de design por todo o sistema operacional.

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É impossível não notar logo de primeira que os ícones foram completamente redesenhados. Com o padrão flat, lembra muito o iOS 7. Entretanto, os detalhes não estão restritos apenas aos ícones: toda a interface está mais colorida.

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No palco da WWDC, Craig Federighi destaca o quão trabalhoso foi criar os novos ícones – destacando a lixeira, que parece algo bem simples, mas que demorou muito tempo para ser feita.

O primeiro destaque foi o Finder, o explorador de arquivos do Mac. Ele funciona de uma forma mais interativa com todo o sistema operacional. Por exemplo, o papel de parede do seu desktop muda de acordo com a navegação em cada pasta. Para permitir isso, tudo agora é translúcido, não sendo essa característica restrita apenas ao Safari.

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A maior prova de que o OS X está se aproximando ao iOS começa com a Central de Notificações. Agora, além das notificações que você já conhece, existe um resumo do que vai acontecer no dia, como os próximos eventos no seu calendário e informações que podem ser relevantes, como a temperatura no momento, os resultados de um jogo de futebol e uma útil calculadora. Em outra aba, se encontram todas as notificações.

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O Spotlight recebeu uma muito bem-vinda reformulação. Em vez de ficar apenas no cantinho, como no Mavericks e anteriores, a busca passa a ser exibida no centro da tela (sim, lembra bastante o aplicativo Alfred). Além de buscar, ela está muito mais inteligente: exibe resultados da Wikipedia e permite alguns tipos de conversões, como do sistema imperial para o sistema métrico.

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Quem ganhou grandes reformulações foi o Safari. O navegador agora tem uma aparência mais compacta e todos os controles se concentram em apenas uma linha. Antes tarde do que nunca, agora é possível abrir abas anônimas ao mesmo tempo que as abas convencionais, sem interferir na sua navegação. Além disso, a organização de abas abertas está muito melhor: em vez delas comprimirem cada vez mais, você poderá navegar entre elas rolando com seu mouse ou trackpad.

Além disso, sua performance foi completamente otimizada. Com a nova versão, a Apple promete que a bateria vai durar mais duas horas assistindo vídeos em Full HD através do Netflix.

Junto com o Yosemite, a Apple está trazendo o iCloud Drive, uma forma de levar arquivos de verdade (como no Dropbox ou Google Drive, por exemplo) entre dois computadores diferentes. O iCloud Drive também será compatível com Windows.

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Entretanto, integração entre diferentes Macs não é o único ponto forte do novo OS X. Agora, o Mac está ainda mais integrado com o iPhone e iPad. A continuidade entre dispositivos é constante e ações como continuar uma leitura no iPad que você começou no Mac está mais fácil do que nunca.

Isso acontece graças ao recurso chamado deHandoff: com um dispositivo iOS associado ao seu computador, é possível enviar para o dispositivo uma página da web uma foto, uma composição de email e outras coisas, clicando apenas em um botão. E a integração acontece em duas vias; portanto, você poderá continuar no Mac o que começou no seu dispositivo móvel.

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Uma novidade, muito desejada por donos de Macs e dispositivos iOS, é que o AirDrop agora funciona entre todos esses dispositivos. Entretanto, o mais impressionante é que com o Yosemite será possível enviar e receber SMS e ligações pelo próprio computador. Isso não dependerá da assinatura de nenhum serviço: o seu iPhone vira um gateway e redireciona as ligações e mensagens ao Mac, sem fio algum. Portanto, manter o iPhone perto do Mac será algo cada vez menos necessário – ele poderá morar no carregador na maioria das vezes.

Numa demonstração, Federighi recebeu uma ligação de sua mãe e fez outra para Dr. Dre, tudo diretamente do iMac de demonstração:

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Por fim, outra boa novidade é o Instant Hotspot: não será mais necessário ativar o Personal Hotspot no iPhone ou iPad para depois conectar no Mac. Ao clicar no ícone de conexões Wi-Fi no Mac, seu próprio dispositivo aparecerá (inclusive com indicador de sinal!) e, ao clicar nele, o hotspot é imediatamente ativado.

O OS X Yosemite foi apenas apresentado hoje. Seu lançamento deve acontecer no outono americano, que equivale à nossa primavera. Isso significa que, em meados de setembro ou outubro, ele estará finalmente disponível para todos. Assim como aconteceu com o OS X Mavericks, o Yosemite será gratuito e disponibilizado na Mac App Store.


Novidades no IOS 8

iOS 8

A Apple apresentou hoje, durante a abertura da WWDC, as primeiras novidades que farão parte do futuro iOS 8, que será lançado em setembro. E as mudanças foram boas, confira.

- Possibilidade de responder mensagens direto pela notificação

Uma função muito pedida pelos usuários, agora nativa no sistema.

- Quicktipe

Agora o teclado irá prever o que você está escrevendo, sugerindo as palavras seguintes. E suportará o português.

- iMessages

O aplicativo de mensagens ganhará diversas novidades. Será possível criar grupos de conversa que podem receber um nome (como no WhatsApp) e os integrantes podem sair quando quiserem. Também terá a função Push to Talk, para enviar mensagens vocais de forma mais fácil. Vídeos rodarão direto dentro do balão da mensagem. E todas as mensagens poderão ser respondidas direto da notificação.

- iCloud Drive

Esta é uma das principais mudanças no seu serviço de nuvem da Apple desde o seu lançamento. Finalmente o iCloud ganha poderes de DropBox, permitindo acesso à pastas e compartilhamento de documentos entre aplicativos.

- Healthkit

O tal Healthbook dos rumores na verdade é o Healthkit, que reunirá todas as informações de saúde do usuário. A grande sacada é que diversos aparelhos de marcas diferentes poderão ser compatíveis com a função.

- Compartilhamento Familiar

Será mais fácil compartilhar dados, livros, aplicativos e vídeos entre dispositivos da mesma família. Se uma criança tenta fazer uma compra no seu dispositivo, uma mensagem é enviada ao aparelho do pai (ou da mãe) para autorizar ou não a compra.

- Edição de Fotos

Melhores ferramentas de edição de fotos no aplicativo Foto, de forma nativa.

- Siri

Siri terá função de reconhecimento de músicas no iOS 8, em parceria com Shazam. Disseram que 22 novas línguas terão a função Ditado, mas ainda não sabemos se português é uma delas.

- Ligações telefônicas no computador

Para quem tiver um Mac, será possível atender ligações e até ligar para números de telefone diretamente pelo Mac, usando um iPhone próximo. Mesma coisa para mensagens SMS.

- Teclados de terceiros

Outro pedido que muitos faziam agora será possível: aplicativos poderão adotar o teclado Swype e qualquer outro, de forma nativa.

- Touch ID API

Será possível usar o Touch ID em aplicativos, como PayPal e quem mais adotar. Muito bom.

- Homekit

Os desenvolvedores poderão criar produtos voltados à casa (luzes interativas, câmeras, trancas de portas) com interação do iOS e do Siri. Por exemplo, se falar “Vamos para cama”, o sistema cuida para desligar as luzes do resto da casa, sem precisar abrir o aplicativo de cada dispositivo para fazer isso.


O iOS 8 será disponibilizado para todos os iPhone s a partir do 4S, iPad 2 e posterior, iPad mini 1/Retina e iPod touch de 5ª geração. Dos compatíveis com o iOS 7, só o iPhone 4 ficará de fora do novo sistema. A versão final do iOS 8 será disponibilizada para os usuários na metade de setembro. Enquanto isso, os desenvolvedores irão testar várias versões betas até tudo estar pronto.


domingo, 1 de junho de 2014

7 coisas que queremos no IOS 8

Na próxima segunda-feira acontece a Wwdc 2014, evento em que a Apple, anuncia as principais novidades de suas linhas de produtos, sendo que os principais focos ficam nos sistemas operacionais — Mac Os para os computadores e iOS para os smartphones e tablets. E falando nisso, quais serão as principais novidades que podem chegar no iOS 8?

Nós reunimos algumas das maiores expectativas para mostrar o que é mais provável para o evento. Além disso, também revelamos algumas das funcionalidades que poderiam chegar no sistema operacional para tornar a experiência de uso dos iPads e iPhones muito mais interessante. Confira agora mesmo todas as expectativas que reunimos em nosso artigo.

Recursos mais prováveis

Algumas fontes ligadas à Apple afirmam que as principais mudanças no sistema operacional portátil que será anunciado na segunda-feira são ligados aos mapas e à Siri. No primeiro caso, espera-se que a Maçã mostre novos recursos no sistema utilizado atualmente, além de ser bem possível que um motor de navegação seja remodelado para concorrer com o Google Maps — tendo ainda um suporte melhor para demonstração em alterações de tráfego.

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Também há grandes chances de a Apple mostrar novidades no teclado do iOS. Ainda é difícil que o sistema operacional permita que os consumidores deslizem os dedos na digitação como acontece no Swype, mas rumores apontam para formas mais dinâmicas de digitação. Também há fortes probabilidades de que a Siri surja com mais recursos, incluindo alguns modos de reconhecimento de músicas.

Mas o que mais queremos?

Além das expectativas mais prováveis sobre o iOS 8, também há uma série de recursos que nós queremos ver chegando aos aparelhos portáteis — mesmo que sejam pequenas as chances de eles chegarem aos dispositivos em um futuro tão próximo. Saiba quais são essas funcionalidades agora mesmo. Será que você concorda com algo que trouxemos?

1. Tela dividida

Com os smartphones sendo cada vez mais potentes, é necessário que os tablets passem a se aproximar dos computadores em vez de se tornarem celulares maiores. Indo de encontro ao que o Windows já oferece em seus tablets, seria interessante que o iOS permitisse que os iPads dividissem as telas entre diferentes aplicativos.

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Dessa forma, não seria mais necessário que todos os apps rodassem em tela cheia, como acontece atualmente. Isso pode trazer várias vantagens para usuários, uma vez que os iPads seriam capazes de executar mais de um recurso de cada vez, garantindo mais interação para todos os consumidores.

2. Logins múltiplos

Um dos grandes diferenciais oferecidos por alguns tablets com Android é a possibilidade de criarmos mais de um usuário — incluindo um perfil de convidados para evitar que documentos sejam acessados por amigos “curiosos”. Pensando nisso, seria bem interessante se a Apple alimentasse o iOS com um recurso desse tipo: garantindo vários logins para familiares e até mesmo controle para crianças, por exemplo.

3. Gerenciamento de memória

Uma reclamação recorrente entre usuários diz respeito aos constantes “crashes” de memória, que causa congelamento de apps em alguns momentos. Pensando nisso, não podemos negar que seria realmente interessante se a Apple lançasse o iOS 8 com mais qualidade no gerenciamento de memória.

4. Widgets ativos

Hoje, as telas iniciais do iOS são limitadas à demonstração de ícones para o acesso aos aplicativos instalados. Mas seria realmente interessante poder contar com widgets ativos presentes nessas telas. Como você pode ver nesse conceito , esses widgets poderiam permitir que os consumidores tivessem acesso a botões de controle de áudio, lembretes e até mesmo informações dos apps como nas “Live Tiles”.

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5. Melhores buscas internas

Atualmente, as pesquisas internas no iOS são limitadas aos aplicativos, não permitindo que as buscas por documentos sejam feitas diretamente no Spotlight. Com uma alteração no código do sistema operacional, seria simples facilitar a vida dos consumidores, que não precisariam mais se lembrar do aplicativo em que cada documento está inserido.

6. Mudanças na central de controle

Com a chegada do iOS 7, o sistema portátil passou a permitir que os usuários tivessem acesso a ícones de fácil acesso para algumas funcionalidades diretamente na central de controle. Isso inclui calculadora, câmera e modo avião. O problema é que isso não é personalizável, o que acaba mantendo atalhos muito limitados para consumidores.

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7. Gerenciador de arquivos

Já que falamos sobre facilidade na busca de arquivos, devemos citar também a necessidade de um gerenciador de arquivos para os portáteis Apple. Dessa forma, usuários poderiam aproveitar os tablets e smartphones para compartilhar e mover arquivos com mais facilidade e dinamismo.

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O que você achou dos recursos que nós gostaríamos de ver no iOS? Será que você concorda com alguns dos nossos anseios ou existe algo mais importante para ser colocado no sistema operacional portátil da Apple?