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domingo, 24 de novembro de 2013

Samsung diz ter vendido 800 mil unidades do Galaxy Gear em 2 meses


A Samsung afirmou nesta terça-feira (19) que o Galaxy Gear, relógio inteligente que permite controlar funções do smartphone sem tirar o dispositivo do bolso, alcançou a marca de 800 mil unidades vendidas ao redor do mundo desde seu lançamento em setembro deste ano.
O número desafia algumas preocupações de mercado que indicavam a falha do acessório por conta da falta de recursos de peso. A própria fabricante sul-coreana diz que as vendas do Gear superaram as suas expectativas e que irá expandir as promoções do acessório para as vendas de fim de ano, período crucial para o comércio.
Vendido por R$ 1,3 mil no Brasil (US$ 300 nos Estados Unidos), o Gear funciona como um acessório para os dispositivos Galaxy – o smartphone S4 e o "phablet" Note 3, por exemplo. Ele tem uma tela OLED de 1,63 polegadas que possibilita funções básicas, como ver fotografias, atender chamadas telefônicas e ler mensagens.
O jornalista David Pogue, que recentemente deixou o jornal New York Times e foi para o Yahoo, descreveu o design do Gear como "inconsistente e frustrante" e recomendou que ninguém o comprasse.A Samsung tem investido pesado no marketing do Gear com propagandas e parcerias com desfiles de moda. A companhia quer agarrar a liderança no mercado de computadores vestíveis após o dispositivo ter um começo difícil por ter sido amplamente criticado.

Microsoft vende mais de 1 milhão de Xbox One

A Microsoft vendeu mais de um milhão de unidades de seu novo console Xbox One nas primeiras 24 horas depois de o produto ter chegado às lojas na sexta-feira (22), equivalente ao número obtido pelo rival PlayStation 4, da Sony, apesar de o aparelho ter sido lançado em muitos mais países.
No Brasil, o video game começou a ser vendido oficialmente no Brasil à 0h da sexta-feira (22) por R$ 2,3 mil. O console é fabricado no país.O novo console, lançado em 13 países , estabeleceu um novo recorde para vendas do Xbox no dia inaugural e está esgotado em muitas lojas, informou a Microsoft em comunicado.
A Sony afirmou que também vendeu 1 milhão de unidades do PS4 nas primeiras 24 horas, na sexta passada, mas apenas nos Estados Unidos e no Canadá. A partir de 29 de novembro, o PS4 será vendido em outras regiões, como Europa, Austrália e América do Sul. No Japão, ele será lançado apenas em fevereiro.
A Microsoft está em meio a uma guerra de consoles com a Sony em 2013. A gigante dos softwares espera que o Xbox One não apenas atraia aficionados em jogos, mas também uma base de consumidores maior, de amantes da TV e da música, devido às ferramentas interativas e aplicativos que possui.
"Estamos trabalhando duro para fabricar mais consoles do Xbox One", afirmou Yusuf Mehdi, vice-presidente de marketing e estratégia do Xbox.
O analista Colin Sebastian, da Robert W. Baird & Co, afirmou esperar a entrega de 2,5 a 3 milhões de unidades do Xbox One e do PS4 no último trimestre do ano.
O PS4, com preço de US$ 400 nos EUA (R$ 4 mil no Brasil), e o Xbox One, a US$ 500 (R$ 2,3 mil no país), oferecem melhores gráficos para efeitos realísticos, processadores mais rápidos e uma enorme quantidade de jogos exclusivos.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Computador de Mesa Venda

Olá pessoal , estou vendendo meu pc de mesa !! Super Barato para pesssoal daqui do Japão , mando para qualquer região!!
a Configuração são essas:
Coreo 2 Duo CPU E7200 2.53GHz
2 GB de Memoria DDR2
DVDRW
120 GB de HDD
Placa de Video GForce 9400


 



 













Aqui Esta um Video para todos ter uma Ideia !!
Confira! Qualquer coisa inbox no Face ,Youtube ou aqui no Blog


domingo, 10 de novembro de 2013

Call of Duty: Ghosts' nos videogames atuais

Cena do modo multiplayer de 'Call of Duty: Ghosts' (Foto: Divulgação/Activision)
Como acontece todo o final de ano, a Activision lança um novo "Call of Duty", um dos jogos de tiro em primeira pessoa mais populares dos videogames. Em 2013 com "Call of Duty: Ghosts" a empresa tenta repetir o sucesso das versões anteriores, com o desafio de lançar o jogo para a geração atual de consoles, o PlayStation 3 e o Xbox 360, e para a nova geração do PlayStation 4 e do Xbox One.
O jogo já está disponível para PC, Xbox 360 e PlayStation 3. No PC, o game é vendido em versão digital por R$ 109 no Steam e custa R$ 200 nos videogames.
Os gráficos nunca foram o forte da franquia e no PlayStation 3, versão que o G1 jogou, não é diferente. Os personagens são convincentes, mas carecem de detalhes e de expressões faciais durante os diálogos - o game é dublado - e nos cenários. A cena inicial do game mostra uma cidade sendo destruída. Embora mostre o cenário sendo destruído com o chão ruindo e casas sendo despedaçadas, a cena não chega a impressionar.
'Call of Duty: Ghosts' terá confrontos na órbita da Terra (Foto: Divulgação/Activision)
Brasil inimigo
No modo história de "Ghosts", que traz um enredo fictício, o Brasil, ao lado do Chile e da Venezuela são os inimigos dos Estados Unidos, país que o jogador deve defender. Após uma crise nos países produtores de petróleo no Oriente Médio por conta de uma guerra, o que criou uma crise de energia no mundo. Com isso, a América do Sul e Central se tornaram os maiores produtores de petróleo do planeta. Para proteger a produção dos países desenvolvidos, as três nações formam a Federação das Américas. Eles usam uma arma espacial dos EUA contra o próprio país, criando um conflito que dura mais de 10 anos.

Neste modo de jogo, curto e raso, o jogador deve apenas se atentar aos objetivos que aparecem na tela e seguir outros personagens, enfrentando soldados e helicópteros ao longo das missões e testando as armas do jogo.
Partidas on-line
O foco do desenvolvimento de "Call of Duty" está no modo on-line e em "Ghosts" ele continua tão divertido quanto nas versões anteriores. As partidas tem um ritmo mais acelerado se comparado com "Battlefield 4" e tem bastante ação, exigindo bons reflexos.

A novidade é poder criar seu personagem utilizando uma série de elementos de personalização, escolhendo desde o sexo do soldado até rostos, roupas e equipamentos.
Ao subir de nível, o jogador ganha pontos, chamados "Pontos de Pelotão" para desbloquear novos elementos para configurar seu soldado e, também, habilitar novas armas, seus acessórios como miras mais eficientes, novos tipos de granadas táticas e outros elementos. Tudo exige conseguir essa pontuação para abrir os elementos que melhoram a experiência do jogador on-line.


Novos iPads ganham versões de luxo

iPad mini de ouro custa mais de R$ 4 mil (Foto: Divulgação)
A empresa Goldgenie, popular por realizar versões de gadgets com materiais de luxo, transformou os novos tablets da Apple em verdadeiras joias. A companhia lançou versões de ouro, platina e ouro vermelho do iPad Air e do iPad mini com tela Retina, e seus valores mantêm o princípio de artigos de luxo: na faixa de £1300, ou pouco mais de R$ 4800.
Os preços dos aparelhos, é claro, são muito mais altos do que os das versões originais. O novo iPad mini custa £1230, algo em torno de R$ 4500. O tablet tem exatamente as mesmas configurações do original em termos de hardware, porém, apresenta sua parte traseira com ouro 24 quilates. A versão com ouro vermelho sai por £1314 (R$ 4870) e a de platina por £1397 (R$ 5100).

Os modelos de iPad Air são mais caros ainda. Com revestimento em ouro, ele custa £1238 (R$ 4550), em ouro vermelho sai por £1296 (R$ 4800) e com platina é £1354 (R$ 5000). Os usuários também podem escolher a cor do aparelho que será mantida no painel frontal. As opções são as oferecidas normalmente pela Apple: preto e prata.
Todos os produtos são desbloqueados, não são enviados com chips e, segundo a página dos fabricantes, funcionam em qualquer rede do mundo. Eles estão em pré-venda, com a previsão de entrega para daqui a quase um mês (28 dias). Os compradores recebem não só os tablets adquiridos, como também uma caixa personalizada para armazenar o iPad e seus acessórios, além de um certificado de autenticidade.

Atualização corrige problemas com teclado e trackpad do MacBook Pro Retina

Atualização corrige problemas com teclado e trackpad do MacBook Pro 13" (Foto: Divulgação/Apple)Olá pessoal tudo bem ? Descupe pela demora , estava meio atarefado últimamente , não estava tendo tempo para atualizar o Blog.Mas ai esta mais uma super noticia para vocês. Valeu e estamos JUNTOS SEMPRE.
Apple lançou uma nova atualização de firmware para o MacBook Pro Retina de 13 polegadasque promete resolver problemas com o teclado e trackpad do dispositivo. A empresa recomenda que o update seja feito por todos os consumidores que adquiriram um MacBook Pro com tela de retina que tenha sido lançado no final de 2012.
A correção lançada pela Apple corrige um problema que vem atingindo o funcionamento do teclado e do trackpad. Usuários relataram que tanto o teclado quanto o trackpad de seus computadores congelavam ou simplesmente paravam de funcionar.
O bug encheu os fóruns de suporte da Apple e fez a empresa se apressar em notificar os usuários de que estava trabalhando em uma solução. Os clientes apresentavam preocupação para saber se o problema era ligado ao hardware dos computadores. No entanto, a atualização sugere que o problema é simples e que foi totalmente resolvido pela Apple.
A atualização está disponível para todos os computadores afetados através da atualização de software da Mac App Store.